
ela sentada no chão. tintas não faltava em seu redor: primárias com secundárias, fortes com fortes. tudo se misturava. o pincel deslizava lado a outro no que antes era uma folha, por completa, branca. chegou momentos que pela pele passava, pormenorizando, devagar, o pincel. sua feição: a tez não mais tinha elasticidade para os lábios esticar, o superior em principal. o quarto contagiou com a leveza da sua presença. ser criança. era isto que viam os meus olhos naquela tarde chuvosa. de agora.